legislacao que ampara o aluno dislexico

Legislação que ampara o aluno disléxico

“A escola particular tem leis diferentes das escolas públicas?”, “Qual a lei que protege o aluno disléxico?”, “A escola do meu filho me disse que não está preparada para atendê-lo….”, “A coordenadora me disse que dislexia  não é deficiência , portanto , não tem direito a uma atendimento especial ….”, “No ato da matrícula avisei a escola que meu filho é disléxico. Nunca houve nenhuma espécie de adaptação ou auxílio ledor. E na última reunião, me avisaram que ele será retido, pois não consegue acompanhar a turma…..”, “A escola disse que eu tenho que pagar uma “taxa extra” pelo atendimento educacional especial….”.

Essas são uma pequena amostra das  indagações que recebemos todos os dias, mas  que ao final do ano aumentam consideravelmente. São consultas realizadas por pais angustiados ( e maltratados), que indignados observam seus filhos vivenciarem um verdadeiro “apartheid” em sala de aula. Pais que já consultaram o “Dr.Google” em busca de respostas, e que durante essa  “cyberconsulta” encontraram  um pouco de tudo. Só que esse “tudo” não lhes disse  nada  ou lhes deixaram ainda mais confusos.

Como  conhecedora dos dois lados desta história ( ahhh! esqueci de mencionar, sou advogada e mãe de disléxico) sugeri ao Felipe  que meu primeiro post trouxesse objetivamente o que há de factível hoje em nossa legislação, para amparar o aluno disléxico dentro do estabelecimento de ensino a nível Nacional. E semanalmente postarei novidades, informações e algumas das ferramentas jurídicas (e administrativas), necessárias para satisfazer as necessidades educacionais do aluno disléxico.

Constituição Federal, um remédio rápido e eficaz.

  • Uso: Para todos os brasileiros ou estrangeiros residentes no país, independente de cor, raça, credo, estado civil, deficiência, necessidade, limitação, gênero, sexo, etc.
  • Posologia: Deve ser usado com responsabilidade , várias vezes por dia, ao logo da vida;
  • Validade: Todo Território Nacional
  • Indicação:  Orienta e  garante , a  defesa dos deveres e direitos individuais e coletivos da população brasileira.
  • Reações:  A cura de violações  de direitos .

Vamos entender porque a Constituição Federal é o melhor e mais eficaz dos remédios, para garantir a efetividade dos direitos do aluno disléxico:

1º)  Fundamento Constitucional

A EDUCAÇÃO é um Direito  Fundamental e uma Garantia Constitucional “imexível” , pois  está inserida no rol das cláusulas pétreas (= petrificadas) , visando a segurança jurídica e a indiscriminação do indivíduo.

Portanto,  qualquer ato , conduta,  norma , disposição ou regulamento, seja público ou privado, que não esteja  em harmonia com os preceitos estabelecidos em nossa Constituição, será considerado inconstitucional.

2º) Fundamento Constitucional

Está escrito no Art. 5º, §1º de nossa  Constituição , que (…) as normas definidoras dos direitos e garantias fundamentais têm aplicação imediata.

Portanto, o direito fundamental à EDUCAÇÃO, possui  força normativa ,  apta a produzir efeitos concretos independentemente de regramento ulterior. Devendo ser de logo assegurado o seu exercício pleno , sendo prescindível qualquer tipo de regulamentação.

3º)  Fundamento Constitucional

 O Art. 205 da CF assegura que: (…) ” A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.”

 Sendo a educação um direito de todos  , qualquer  aluno deve receber do estabelecimento de ensino e de toda sociedade  o atendimento necessário ( que tem direito! ) para que possa se apropriar do conhecimento, se desenvolvendo com dignidade, e adquirir a qualificação adequada. Portanto, não há como discriminar ou excluir  os disléxicos com a errônea (e cruel) justificativa de que a dislexia não é uma “deficiência”, até porque de FATO não é.

Acontece que apesar de não ser uma doença ou deficiência, o aluno disléxico não está à margem da tutela jurisdicional.  Já que se trata de uma disfunção neurológica específica e permanente, que dificultam o aprendizado, de forma planificada, necessitando de técnicas eficazes para compreensão global do conteúdo.

4º) Fundamento Constitucional:

 Diz  o Art. 206, inciso I da CF que (…) o ensino será ministrado com base nos seguintes princípios:

I – igualdade de condições para o acesso e permanência na escola

O Legislador buscou repelir qualquer forma de discriminação, assegurando, como direito fundamental, a igualdade perante a lei. Pois a “igualdade de condições” possibilita aos portadores de necessidades educacionais especiais, e inclui-se portanto os disléxicos,  o direito de exigir por lei (= igualdade formal) que sejam atendidas suas condições/necessidades ,  possibilitando acesso e permanência na escola , seja ela pública ou privada.  Fortalecendo um dos princípios basilares  de nossa Constituição Federal , que vem a ser o Princípio da  Isonomia.

O Art. 208.  O dever do Estado com a educação será efetivado mediante a garantia de:

  • 1º- O acesso ao ensino obrigatório e gratuito é direito público subjetivo.
  • 2º- O não oferecimento do ensino obrigatório pelo Poder Público, ou sua oferta irregular, importa responsabilidade da autoridade competente.

O direito subjetivo intrínseco da pessoa, ou seja, pertence ao individuo a manifestação de postular ou reivindicar o direito ou o serviço, sendo o atendimento ineficaz a reclamação de conduta e demais feitos negativos cometidos por representante do poder publico, e neste viés é  importante destacar que a escola privada ao assumir a função de educar , não o faz desvinculada  e alheia as diretrizes normativas da educação nacional , pois sua autonomia privada possui limitações .

 Em comentário ao Art. 208, III, da Constituição Federal, o Ministro Luís Roberto Barroso, assertivamente afirma que: (…)As normas constitucionais definidoras de direitos enquadram-se no esquema conceitual retratado acima, a saber: dever jurídico, violabilidade e pretensão. Delas resultam, portanto, para seus beneficiários, os titulares do direito, situações jurídicas imediatamente desfrutáveis, a serem materializadas em prestações positivas ou negativas. Tais prestações são exigíveis do Estado ou de qualquer outro eventual destinatário da norma (dever jurídico) e se não forem entregues espontaneamente (violação do direito), conferem ao titular do direito a possibilidade de postular- lhes o cumprimento (pretensão), inclusive e especialmente por meio de uma ação judicial.

5º) Fundamento Constitucional :

 A garantia da educação inclusiva no sistema regular de ensino que compreende tanto o setor publico como as escolas privadas,  sob qualquer pretexto ou justificativa não pode  ser relegado  ou que se eximam da responsabilidade de incluir e /ou prestar atendimento educacional necessário ao aluno que dela necessite seja de forma permanente ou  temporário. E estas instituições  estão sujeitas à autorização e fiscalização pelo Poder Público “…quanto ao cumprimento das normas gerais da educação nacional (art. 209 da Constituição Federal).”

Isto deixa evidente, que  as escolas , além de não poderem recusar matrícula por motivo de deficiência, devem possuir acessibilidade arquitetônica, devem disponibilizar interpretes para alunos surdos, material pedagógico em braille para os alunos cegos, assim como outros instrumentos do AEE.

6º) Fundamento Constitucional :

Na integralidade do Art. 227, é dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança, ao adolescente e ao jovem, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão. (Redação dada Pela Emenda Constitucional n º65/2010).

A política de proteção à infância e a juventude considerada absoluta prioridade, cabendo ao Estado à inserção de crianças ou adolescentes com necessidades especiais no meio escolar. Sendo esta uma das formas de tornar a sociedade mais democrática.

As constantes necessidades de transformações das instituições de ensino em espaço de inclusão social, leva esta tarefa a todos que operam de corpo e alma no exercício da pedagogia, que deveriam perceber  que estes desafios são uma oportunidade de crescimento. Ou seja, aluno  com dislexia! Você não é um problema! Você é o caminho para uma sociedade mais justa  que busca igualdade na medida das necessidades de cada individuo.

PARA REFLETIR…

O verdadeiro educador é aquele que vê a estrutura de corpo e alma em sua plenitude. Pois só desta forma é possível coadunar os desejos , os anseios e os ideais de uma sociedade justa , solidária e verdadeiramente inclusiva.

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75 thoughts on “Legislação que ampara o aluno disléxico

  1. MARIA VIRGINIA LLATAS

    Parabéns Dra. Simoni pela sua colocação clara e precisa do que é necessário para garantir a efetividade dos direitos do aluno seja ele disléxico ou não. Creio que nós os professores, como as escolas e/ou universidades, não estamos preparados para lidar com alunos “diferentes”. É um exercício diário de aprendizagem. Um forte abraço

     
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    1. Cassia brito

      Minha filha estudava em colégio desde os 3 aninhos.E agora com 17 anos faltando 1 ano para se formar foi reprovada. ela estávmuito triste porque sempre relatava aos competentes da escola que estudava e na hora da prova não conseguia se sair bem, mas as respostas eram sempre as mesmas tem que estudar, é falta de estudar.Resolvemos fazer os exames e se nfelizmente acusou dislexia, déficit atenção e talvez tenha também TDAH . E agora???A culpa é dacescola ?? Tenho como recorrer???Fora a parte emocional que ela relata sobre o tratamento diferenciado, não sei o que fazer.

       
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  2. Sara

    Texto elucidativo no que toca a legislação e o direito. Muito útil para que os que enfrentam a luta pela dislexia possam se armar com todos os recursos possíveis para exigir a garantia do direito à vida social (educação) plena do disléxico.

     
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    1. Maíra

      Concordo nós disléxico temos lutar para ter nosso direito na educação e ate mesmo em concurso possuir uma hora a mais para fazer a prova.

       
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  3. Simoni

    Prezada Maria Virginia,

    Muito obrigada, por sua doce acolhida!
    Espero que através de minhas breves considerações, eu possa ajudar um pouco, os muitos que buscam informações e vivenciam à dor da espera .
    Tenha a certeza que este espaço criado por seu filho, é uma importante ferramenta multiplicadora de informações e experiências.

    Forte abraço

     
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  4. Vanessa

    Tenho dois filhos Dislexicos com laudo,e gostei muito da materia,pena q em escolas Estaduais nao tem AEE,pois ajuda muito,tenho uma na escola municipal,e outro em escola estadual,e e notavel a diferenca.

     
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  5. ANA MARIA GOMES CAMPOS

    Olá Maria Virginia,
    SIM…toda criança tem direito à educação!!
    Muito bom ler seu relato. Gostaria de receber informações atualizadas(se for possível). Sou pesquisadora sobre a Dislexia.
    Abraço
    Ana Maria

     
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  6. ANA MARIA GOMES CAMPOS

    A/C Simoni Lopes de Sousa

    SIM…toda criança tem direito à educação!!
    Muito bom ler seu relato. Gostaria de receber informações atualizadas(se for possível). Sou pesquisadora sobre a Dislexia.
    Abraço
    Ana Maria

     
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  7. Rita Zozimo

    Parabéns Dra Simoni.
    Suas orientações claras e precisas, são de grande valia. Sou diretora de uma rede de escolas privadas e mãe de um disléxico. Por uma questão de distância geográfica, meu filho não pode estudar nas escolas em que trabalho. Lá, desenvolvo um trabalho sério e obtenho resultados significativos, pois os docentes são instrumentaizados para atender a todos os alunos, respeitando-os e acima de tudo amando-os. Esse tem sido nosso grande diferencial. Simplemente trabalhamos focados na crença de que qualquer aluno esta apto a aprender, desde que seus professores estejam aptos a ensinar.

    Por ironia do destino, meu filho ficou reprovado na oitava série, en 2014, na escola onde começou sua caminhada aos 2 anos de idade, simplesmente porque a diretora, contrariando a opinião dos professores, decidiu reprova-lo por ele ser disléxico. Sua alegação foi de que ele não tinha o perfil para aquela escola. Que pena que ela só descobriu isso na oitava série.

    Entrei com um ação junto ao Ministerio Público, secretaria estadual de educação e conselho tutelar pedido que investigassem a pratica da escola. Meu advogado juntou todas as provas, inclusive dos laudos de especialistas com orientações a escolas, onde nenhuma foi respeitada.
    Pasmem, somente o ministerio público me respondeu INDEFERINDO Meu pedido. O promotor considerou o seguinte:

    …” Em que pese a relevância do caso em apreço, trata-se de uma questão de cunho meramente individual, não havendo, a partir dos elementos contidos nos presentes autos, do ponto de vista coletivo…

    Conclui-se que não somente os educadores não estão preparados para exercerem suas funções, mas também aqueles que deveriam garantir o direito a educação a todo o cidadão.

    Meu filho, precisou repetir uma série, para essa diretora e para esse promotor,
    Nada mudou, continuam aí agindo como deuses, castigando um adolescente simplesmente por ter nascido disléxico.

    Mas, hoje, ele está repetindo o oitavo ano e é um adolescente feliz, pois está estudando em uma escola que o recebeu como a qualquer outro aluno. Lá, ele foi recebido com muito respeito e amor.

    Sei que esse Promotor e essa Diretora ainda vão ouvir falar muito do meu filho e infelizmente, não farão parte dessa história. Com eles eu só aprendi como NÃO tratar um ser humano.

    Sou especialista no assunto e não tive como evitar esse transtornos na vida do meu filho. Acreditei na Instituição errada.Imagina aqueles pais que não são da área. Como lidam com essas situações?

    Em contra partida, Deus colocou na vida do meu filho grandes profissionais como: Dra Ana Cláudia Laviano, Fono Viviane Rimes, Fono Maria Lucia Lopes, Fono Nathalia, Dra Carla Gikovat e toda a equipe do Colegio CEC na Barra da Tujuca RJ.
    Esses sim são profissionais sérios e entregam aos seus alunos as promessas feitas.

    Infelizmente é assim que a educação no nosso país é tratada.

    Obrigada pela oportunidade de desabafo.

    Meu filho, meu tudo.

    Rita Zozimo

     
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    1. Pippo

      Oi Rita. Aqui é o Pippo, sou fundador do DislexClub. Gostei das coisas que você faz em sua escola :) Qual rede que é? Quais trabalhos vcs devenvolvem lah?

       
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    2. Alessandra Lyra Gonçalves

      Olá, Rita. Li seu comentário e queria saber de qual rede de escolas você é diretora aqui no Rio de Janeiro.
      Tenho uma filha disléxica de 11 anos que estamos pelejando em encontrar uma escola que a acolha tanto no sentido da aprendizagem quanto no social. Ela iniciou 2017 numa escola inclusiva, com poucos alunos, mas ela está sofrendo muito por se identificar com os colegas da turma.
      Moramos em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro e quero muito conversar com você. Obrigada, Alessandra Lyra Gonçalves.

       
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  8. Patricia Borba

    Boa noite de Simoni, parabéns pelo artigo. Sou dixlexa e minha filha também. Infelizmente o setor de educação no que confere a cidade do Rio de Janeiro não esta capacitado para as diferenças. Tenho 44 anos, e posso afirmar que hoje -por pior que seja, está muito melhor que no meu tempo escolar onde casos como o meu eram simplesmente rotulados como preguiçosos, irresponsáveis, burros, displicentes ou outros sinônimo. Aprendi sozinha a sobreviver e vencer limites e hoje consigo buscar ferramentas e exigir respeito para minha filha que está no 7 ano.

     
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  9. Patricia Borba

    Boa indagação Adriano Rocha, acabei de me forma em psicologia, e a instituição não possuía nem possui nenhum Trab para os dixlexos, mesmo com documentos e conversa a instituição simplesmente negligência o direito de ensino específico para quem seja dixlexo. O melhor que consegui foi na conversa diretamente com alguns professores.
    E preste atenção no curso que fiz,rsrs “psicologia”, e nem esses professores ou membro da coordenação possuía preparo para conseguir administrar uma aula para um dixlexo.

     
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  10. Leonice Brilhante Conde

    Boa tarde!

    Sou professora da rede pública e avó de um jovem disléxico.
    Temos enfrentado muitos problemas porque as escolas não oferecem formação aos professores voltados para esses transtornos, que a cada dia só tem aumentado.
    A principio mudamos nosso jovem de escola, pois é muito difícil você passar por cima da ética para exigir o que é dele por direito. Muitos foram os constrangimentos e hoje faço um curso tanto dosa Direitos Humanos e ECA, como também Todos Aprendem pela escola de Formação da secretaria do Estado, cujo objetivo é aprender para oferecer o melhor a essa crianças e também conhecer caminhos para garantir ao meu neto tudo o que lhe é de direito.
    Gostaria de receber todas as novidades e resoluções de problemas que envolvem esse transtorno, poi só assim estarei mais apta a lidar com o problema, muito obrigada

    Professora Leonice

     
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  11. Leonice Brilhante Conde

    A cada dia mais me aprofundo nesse assunto, gostaria de receber mais informações sobre esse transtorno, pois aprendemos muito com as experiências dos outros.
    Obrigada, professora Leonice

     
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  12. Rogeria da Penha Correa

    Sou mãe de Carla tem apenas 8 anos e gostaria de saber se ela por se dislexa tem direito ao apoio de um professor especialista e qual a lei que ampara pois na escola nao amparo nenhum agora eles querem rete-la.

     
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  13. Rogeria da Penha Correa

    Sou mãe de Carla tem apenas 8 anos e gostaria de saber se ela por se dislexa tem direito ao apoio de um professor especialista e qual a lei que ampara pois na escola nao tem amparo nenhum, agora eles querem rete-la. o que faço?

     
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  14. karla

    Talvez Deus não mude tua situação, mas Ele está usando essa situação para mudar você, a boa vontade e fe entra no meu coraçao sei que deus esta do meu lado ,sei que a vida nao e tao facil como ja pensei um dia , meu filho e’ minha vida me sinto tao inpotente como mae gostaria que fosse diferente ,tenho tantas lembranças e tantas dificuldades comigo mesma que nem sei como agir ,sei que hoje tenho um programa e acredito nele ,e mais ainda em Deus preciso sempre de me auto- analisar ,sentimentos momentos , no fundo sei que esta tudo certo e que tenho pessoas comigo nao estou so , mas como e dificil saber que a maior dificuldade de minha vida que e ser dislexica afetou geneticamente meu filho, sei que tenho q agradeser a Deus por ele ser perfeito ,mas eu que preciso me aceitar o problema nao e ele , ele tenho como ajudar bem espero pois nem a mim consegui ,mas profissionais sim venho pedido a Deus equilibrio emocional pois me abalou muito esta situaçao mas as coisas como disse nao sao faceis sei de uma coisa continuarei entregando e esperando deus se manifestar em todas situaçoes desabafo coraçao apertado ……….. vai passar e so permitir ser conduzida se eu peço a Deus para me direcionar entao confio e espero que ele nao passe pelo que eu passei que ele seja um grande homem e conquiste seu espaço neste mundo concluindo sua evolução espiritual com alegria e fe desabafo no sei o que fazer moro no espirito santo serra

     
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  15. Rosimeire torquato

    sou mãe da karoline tem 10 anos não sei muito sobre o assunto. mas esse artigo me ajudou a entende um pouco. Gostaria de receber todas as novidades e resoluções de problemas que envolvem esse transtorno, pois só assim estarei mais apta a lidar com o problema,e ajuda minha filha. muito obrigada

     
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  16. Deiseane de Jesus Ferreira

    Sou mãe de Emilly de 9 anos,temos sofrido tanto, percebemos dificuldades de coordenação,aprendizado e equilíbrio a escola min cobra muito e tento fazer tudo que ela min pede,mas à 4 anos foi pedido um laudo de uma psicopedagoga eu fiz; no laudo tem escrito”Possível quadro de dislexia leve transtorno de leitura escrita…”A escola disse que esse laudo não é suficiente para a escola agir de forma acessível a ela como devo proceder?Querem atrasar mas 1 ano ela já é alta e se sente constrangida no meio dos outros.
    Obs: Gostei muito das suas informações,realmente procurei muito até acha esse que min deu um pouco mas coragem de prosseguir.

     
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    1. Pippo

      Bom, primeiro não deixe ela atrasar um ano. Foi incompetência da escola em não ensinar. Seria interessante perguntar à escola “então se este não serve, qual serviria?”

       
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      1. Estela Luiz

        Olá Pipo , bom dia .
        Acompanho o Dislexiclub já à algum tempo.Tenho um filho de 14 anos diagnosticado pela ABD com Dislexia Déficit de atenção e Déficit de decodificação , desde os 8 anos de idade .Sei que a existem Leis e já aprendi muita coisa sobre tudo

        que envolve essas dificuldades de Aprendizado .Com muita tristeza , ansiedade e sem expectativas , te digo que as escolas estão muito fora da realidade que temos com nossos filhos .A luta é a cada ano , o ano inteiro , parece que ninguém acredita que a Dislexia existe de verdade .
        Vejo depoimentos em que Pais perdem o ano escolar com os filhos até na justiça .Não temos um órgão realmente por nós , que obriga ou impõe nossos direitos .Ouvimos uns aos outros , compartilhamos nossos temores e a sociedade nem nos vê .
        Acredito que pessoas como vc mudarão isso , vai ser um processo longo e lento .Desculpe o desabafo .
        Obrigada pelo seu trabalho .
        Deus te abençoe.

         
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  17. Cleoonice Gonçalves Rodrigues Canzela

    Tenho filho de 9 anos que vem demonstrando dificuldades ma escola desdos 4 anos de idade , há principio demonstrou muita dificuldades em socialização , mas hoje tem o laude de dislexia , estou com muito medo do futuro dele , tenho que medo que não consiga ler e preciso muito de informaçoes sobre como agir, e como ajuda-lo .
    SE puderem me passar informaçoes ficaria muito grata

     
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  18. Talita

    Gostaria de saber como faço para ajudar meu filho está b com 9 anos e ainda n sabe ler levei no neuro fez alguns exames e foi detectado dislexia ,dependo de médicos da rede pública.Gostaria que me ajudassem

     
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  19. Grazielle Leal

    Tenho um filho de 11 anos e ele tem dislexia,discaucolia e TDA, ele é laudado tive problemas na escola mais graças a Deus hoje com muita conversa, laudos,e idas tanto a da psicóloga quanto a fono foram na escola, vários relatórios tive um sucesso com eles, meu filho melhorou muito com a ajuda dos profissionais,claro que todo ano tenho que ir na escola conversar com os professores e levar um relatório novo.
    Mais amei o seu artigo parabéns,temos que ir atrás dos direitos dos nossos filhos e eu vou com a cara e a coragem nossos filhos tem diretos e temos e exigir isso seja de quem for e da forma que for.

     
    Reply
  20. Grazielle Leal

    Mais amei o seu artigo parabéns,temos que ir atrás dos direitos dos nossos filhos e eu vou com a cara e a coragem nossos filhos tem diretos e temos e exigir isso seja de quem for e da forma que for.

    Tenho um filho de 11 anos e ele tem dislexia,discaucolia e TDA, ele é laudado tive problemas na escola mais graças a Deus hoje com muita conversa, laudos,e idas tanto a da psicóloga quanto a fono foram na escola, vários relatórios tive um sucesso com eles, meu filho melhorou muito com a ajuda dos profissionais,claro que todo ano tenho que ir na escola conversar com os professores e levar um relatório novo.

     
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  21. Rita Moura

    Parabéns, Dra Simoni, os disléxicos e/ou indivíduos com necessidades educacionais especias, precisam estar informados de seus direitos. Sou fonoaudióloga, e, tenho conseguido muitas flexibilizações e adaptações curriculares. Confesso, que o caminho é árduo. Como falo aos meus pais, saber de um diagnóstico é sempre um ponto de partida, nunca o final. O profissional, precisa saber como é o que orientar. Acredito numa educação justa e igualitária à todos. Grata

     
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  22. Lucas Ferreira de Queiroz

    Olá,

    Boa noite !!!

    Meu nome é Lucas Queiroz, sou jornalista e disléxico. Eu quero saber se posso escrever reportagens que sobre dislexia contenham entrevistas com : médicos, pacientes e familiares?

    Eu me formei em dezembro de 2015, ao longo da minha vida acadêmica eu tive que supera muitas dificuldades e preconceitos. Eu decidir ser jornalista porque tenho como objetivo ajudar a sociedade com base em informações de qualidade à compreenderam melhor um disléxico.

    Aguardo a resposta.

    Att,

    Lucas Queiroz
    (11)2501-9103

     
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    1. andreza aline

      parabéns lucas pela sua força e coragem.
      eu tenho dislexia tenho muita vontade de fazer faculdade, mas tambem muito meda de nao consegui.

       
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    2. Janaina Marcolina de Souza Paladino

      Meu filho tem 11 anos e dislexico e tem Tda estou com um problema atual ele foi reprovado e marquei pra conversar com o diretor, pois a escola nao ajudou nem um pouco, muito pelo contrario, dizia o tempo todo que ele nao tinha nada so queria brincar e me passava a perna e que eu era uma boba…enfim, o que voce precisar pra te ajudar nas suas publicacoes pode contar comigo

       
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  23. bianca

    Oi eu tenho uma filha de 8 anos as 6ela repetiu por não saber lê no ano seguinte descobri que ela tem DTHA e iniciei o tratamento mais sem nenhum sucesso… No início desse ano o neuropediatra deu o diagnóstico de dislexia… Ela estuda em uma escola privada fazia o tratamento pelo social mais por eu estar desempregada nao terei condições de continuar pagando tanto a escola como o tratamento. Levei ela pra consultar no SUS recebi todos os encaminhamentos pra Neuro fono oftalmologista pisicologa mais não consegui marca nada nunca tem vaga o que fazer quando o sistema prejudica o tratamento dos filhos? Que amparo eu tenho para minha filha permanecer na escola?já que a troca afetaria totalmente a auto estima dela? Me sinto perdida sozinha sem apoio sem ter o que fazer por favor me oriente pq eu me sinto incapaz de ajudar minha filha..ninguém se importa a saúde pública não ampara é lentae dificulta mais ainda

     
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  24. Célia juliano

    Minha filha tem dislexia deverá .fez todo tipo de tratamento ma a escola pública so atrapalhou. Num tem profissional capacitados hoje imagine quinze anos atraz se contar oque passemos danum livro .graças a Deus aqui onde moro tem um projeto
    .de um neuropsiquiatra infantil Dr José alexandre Bastos .maravilhoso. me ajudaram tanto minha filha fez o Enem passou como dislexica ta no quinto sementre de pedagogia. Faz estagio numa escola tem carteira de moto e carro.faz um curso de especialização para crianças com transtornos e vai ser. Pisicopedagoga. Tem 24. Anos .Não desistam vocês dislexicos São GÊNIOS .e difícil muito foi um guerra ka. Vencemos quase todas batalhas ml

     
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  25. Ednise Iancoski

    Tenho dois filhos dislexicos. E já troquei eles de escola 3x e é mto difícil conseguir apoio das escolas. Meu mais velho ja repetiu 3 series e agora estuda na mesma que o meu mais novo. E o mais novo nunca repetiu mas sempre o passam por Conselho de classe ou seja ele não aprende direito. Agora estou tentando entrar em acordo com a escola para ver se tenho algum retorno. Mto bom saber que tem pessoas que podem nos esclarecer mais sobre os nossos direitos de mãe. Obrigada.

     
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  26. Eliene

    Sou mãe de uma menina de 13 anos com deslexia com laudo e tudo , tenho corrido atras de todos os direitos da minha filha mais não é facil , quantas vezes ja tive que mostrar laudos para os professores e eles não acreditam não é facil pra mim , gostaria de saber mais e mais pois procuro ajudar as mães a qual não entendem nada , tem sido uma luta constante..

     
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  27. Natalia de borba binhoti

    Parabéns Dr Simone e a toda a esse equipe. Tenho um filho disléxico e com um pequeno retardo mental leve,de 11 anos e esta na 3 ano,e este ano esta com uma 2 professora.Descobri ano passado,tbm sou professora,mas encontro um pouco de dificuldades em relação a isto,é complicado pq muitos tratam se como fosse uma simples dificuldade de apredizagem e não é,ele é um excelente aluno em matemática,onde possui uma habilidade maior.Ele faz acompanhamento de uma equipe especializada e ainda faz 2 vezes por semana reforço escolar,onde ta tendo um grande avanço.
    E tenho 2 filhas,e parecem ser ‘normais’,mas o meu amor de mãe é maior do que qualquer dificuldade,apesar de saber que a luta é dificil,mas a primeira etapa ja foi vencida…

     
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  28. ELIANE CONSOLIN

    SOU FONOAUDIÓLOGA E GOSTARIA DE EMBASAMENTO EM LEIS QUE POSSAM AJUDAR MEUS PACIENTES A TER APOIO NA ESCOLA.

     
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  29. Andréa batista

    Recentemente descobri que meu filho de 9 anos tem dislexia, gostaria de saber quais os direitos dele na escola?
    Ele estuda em uma escola de rede pública.
    Desde já agradeço!!

     
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  30. Solange

    Gostaria de saber quais as leis protegem pessoas com dislexia,tenho filho com dislexia,qual estou com problemas escola onde estuda.

     
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  31. Sonia Aparecida Silva dos Santos

    Bom dia a minha filha tem dislexia ela ta fazendo faculdade de medicina veterinaria em Fernandopolis não esta tendo os direito dela não sei como fazer,quando ela estudava aqui na minha cidade ela tinha os diereito dela,o q devo fazer, ela ja pegou varias DP. queria q me orientasse.

     
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      1. Juliana

        Olá… Sou acadêmica só curso de Direito e estou escrevendo meu trabalho de conclusão de curso sobre a Dislexia. Com o tema “A DISLEXIA E SUA PERCEPÇÃO NA LEGISLAÇÃO”, gostaria de saber além da CF onde mais poderia encontrar aparato na legislação brasileira.

         
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  32. Carla

    Olá, sou professora de AEE em pelotas no RS, e a orientação que recebo tanto da mantenedora estadual e municipal é que o aluno com dislexia não é público alvo da educação especial, que pela legislação que regula o oferecimento do AEE, de 2011, coloca que o público alvo do AEE é o portador de deficiência e não com um transtorno e distúrbio na aprendizagem. Acaba que auxílio os alunos com dislexia apenas na aplicação das provas e na orientação dos professores. Como advogada eles estão corretos? Tem como questionarmos estas recomendações ? Já tentei com a constituição e LDB e não houve jeito. Obrigado

     
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  33. Ana Cristina Marinho da Silva

    Oi, sou a mãe do Bruno, ele tem 10 anos e foi diagnosticado com dislexia e TDAH e no 3° ano ele repetiu e isso fez com que eu abrisse os olhos diante da situação. Levei no Neuropediatra e comecei uma maratona com meu filho. Comecei a fazer reforço pedagógico individualizado em casa, trabalhei muito de forma lúdica, trabalhei espaçamento, coordenação motora, corrigi sua fala, coloquei ele pra fazer atividades ouvindo música para acostumá-lo com o ritmo barulhento da escola, enfim, o que vocês puderem imaginar eu fiz. Diante de tudo o que foi feito ele começou a melhorar na escola e começou a ter boas notas graças a parceria feita junto com a professora. Ao chegar no final do 3° ano a pedagoga já ia rete-lo novamente e eu não deixei. Fiz valer o direito do meu filho como aluno e pautei para a direção da escola que eu tinha todas as provas feitas por ele guardada em casa e trabalhos com nota, e que o caderno estava cheio de visto e com nota boa e ele não tinha falta para ficar retido, e deixei bem claro que iria tomar minhas providências, diante de tudo isso eles anunciaram a reprovação dele assim mesmo e dois dias depois me chamaram na escola para dizer que voltaram atras na decisão e ele estava aprovado. Bem, hoje ele tem 10 anos e esta no 4° ano e teve muita dificuldade mas agora no segundo trimestre deu uma melhora incrível e faz as provas com muita dificuldade, mas faz. Diante disso eu afirmo como mãe que não desistirei de ajudá-lo na escola e fazer valer o seu direito diante da sociedade.

     
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  34. Juçara Maria Braz de Lima

    Olá Pippo,gostaria de saber como posso forma um grupo de pais que tem filhos com deslexia,sou de recife-PE,e não encontrei nenhum grupo de ajuda aqui e gostaria de forma um,meu filho tem 11 anos e tem dislexia,discaucolia,ele ainda não consegue ler,mais é super inteligente,gosta muito de experiencias,tipo manual do mundo,mais está no 2ª ano,já passamos por muito problemas com escolas e professores,que diziam que ele era desligado e preguiçoso ,muito dependente de mamãe,chegou até a dizer que se ele não aprendesse a ler em seis messes com ela,ela mudava de nome,logico que ela não consegui,tive que bater de frente pois,ela chamava atenção dele sempre constrangendo,e ele é muito tímido,ai se fechava,resultado não queria ir a escola,febre,dores de ouvido,mesmo sem nenhuma inflamação tudo emocional.tirei ele da escola que era publica e coloquei no partícula,ai contei tudo a diretora e professores,passamos a observá-lo, quando ele foi fazer as provas da unidade deixou algumas provas todas em branco,a professora o chamou e perguntou porque ele não respondeu,ele ficou calado,depois disse não entender,então ela perguntou oralmente,surpresa ele respondeu tudo,ele sabia de todo o assunto de ouvir,mais não conseguia ler,nem passar para o papel,o levei a pediatra,fizemos todos os exames e tudo deu normal,dai o diagnostico de possível dislexia ,confirmada por fono,psicologa,hoje ele tem aulas normais e duas vezes ou mais por semana com a psicopedagoga na própria escola.Vi meu filho muitas vezes chora dizendo que queria mais não conseguia,isso é doloroso mais hoje avançamos pra dias melhores,por isso gostaria de forma um grupo no meu estado pra ajudar não só o meu filho,mais a outras crianças e pais que tem pouquíssima informação,e enfrentam profissionais e instituições sem nenhum preparo.
    Acredito que juntos podemos fazer muito mais,por essas mentes brilhantes tão incompreendidas.
    Se puder me ajudar com relação a como começar,agradeço!!

     
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    1. Pippo

      Formar um grupo não nada complexo na verdade é muito simples. Você deve primeiro encontrar mães de disléxicos que tenham o mesmo espirito “empreendedor” que existe dentro de você. Definirem um nome, e fazerem reuniões periódicas sobre quais temas devem e como agir para conscientizar outros pais. Por conta dos autos custos, seria interessante abrir um CNPJ para poder receber doações ou até para formar uma especie de associação: pais se associam a vocês e através do pagando de uma mensalidade tem descontos nas palestras que vocês forem promover, e descontos com profissionais da saúde (neuro, psicologos, tetapeutas etc – neste vocês precisarao gastar um pouco de sola de sapado pois achar profissionais que estejam dispostos à nesses parcerias eh o mais complicado). Aqui em são paulo tem uma associação que funciona basicamente desta maneira, chama-se Associação de Pais Inspirare: http://www.associacaoinspirare.com.br/

       
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  35. Natielys bezerra machado

    Ola encontrei o site por acaso,mas me identifiquei e obtive algumas comparativos do que estou vivendo com meu filho neste momento…ele tem 6anos e foi diagnosticado com TDAH E DILEXIA, iniciei um acompanhamento com um neuropediatra,piscopedagogo e terapia ocupacional.
    Mas o laudo da piscicopedagoga sugere muda lo de escola…eis a questao achar escolas que tenham inclusao.
    Muito se fala sobre a inclusao mas na hora que se precisa dela nos e negado alegando nao ter preparo pras necessidades de nossos filhos.
    Se alguem souber de escolas que realmente a inclusao exista na cidade de Natal RN Agradeço a ajuda.

     
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  36. Davi

    Vi muitos comentários de pais então decidi vir como um adolecente disléxico de carteira. Tenho 16 e possui dislexia hoje dessidi pesquisar mais sobre minhas barreiras pois repeti de série no 9 ano do ensino médio e manha tenho prova de recuperação de matemática até aí tudo bem mas as duas escolas q eu estudei não me deram o apoio devido, e tá escrito no meu laudo, fiz tratamento por 3 anos apartar dos 7 anos até o seu 10
    O pior não é repitir é saber q voce tem Uma limitacao e ninguém te ajuda a vencer na escola aliás os professores duvidam q eu tenha dislexia msm com o laudo. Minhas dúvida msm é oq eu posso fazer se eu repetir esse ano novamente ? Pois não recebo o tratamento devido …
    hás pais fiquem tranquilo a nossa inteligência é bem superior a de todos da nossa sala inclusive os professores. Q nos deixa chateado não é nossa nota, e a gente demorar pra copiar e o professor não esperar… meu caderno hoje está em branco pois não tenho velocidade pra acompanhar a turma mas sei q noz dislexos podemos fazer muito mais coisas e muito melhores q as pessoas normais e rápidas.
    Dou uma dica para vocês q tem filho com dislexia
    Façam projetos no fim de semana como fazer-nos um carrinho de rolimã ou até um mini bugry e Pará a sua mães eu realmente não sei mas devem gostar de fazer coisas elaboradas, mas pra ambos a gente perde o interesse com 5 minutos de trabalho ent isso é bem comum …
    Desculpem qualquer erro ou troca de palavras final sou disléxico

     
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  37. Sibele

    Meu filho tem deslexia está com 16 anos nessa idade é mais difícil pois ele está com a alta estima la em baixo por não conseguir acompanhar os colegas da sala e assim eu sofro muito com isso.

     
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  38. Mariana Mendes Fialho

    tenho um filho de 7 anos com dislexia .mas eu sou muito nervosa e não sei como ensinar ele a tarefa sem brigar com ele .mim ajude .o que devo fazer?

     
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  39. claudinalva andrade oliveira

    como descobrimos em 2016 no final do ano meu filho ja estudava nesta escola desde grupo 5 eu sempre perguntava a professora ela dizia que o tempo dele. quando descobri ele ainda estava na mesma escola deixei na escola pensando que seria bom ja que conhecia ele ,pense foi o pior erro da minha vida todo dia era a mesma coisa era uma uma escola de nome foi 2017 infernal .tirei coloquei um outras duas escola em 2018 , ja estamos na terceira e nessa ate agora estar indo bem, mas nao vou aceitar outra recusa se acontecer vou denunciar. chega de meu filho sofrer mais um trauma .ele entende um pouco o que ele tem mas muito para uma crianca de 9 anos.o governo pode ajudar em alguma coisa como por exemplo ter direito a um cartao de transporte pq ele vai a fono, psicologa, psicopedagoga terapia ocupacional, neuro .as vezes deixo de pq nao tenho transporte.sou autonoma essas entrada e saida das escolas nao dar para ter um emprego de carteira assinada.obrigado

     
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  40. Renato

    Bom dia Dra. Simone,

    Me chamo Renato e tenho dislexia e gostaria de saber quais meus direitos em relação a entrada em universidade?

    Temos direito de um ledor e uma hora a mais de prova, queria saber se tenho algum amparo legal de entrar na universidade pelo sistema de cotas com deficiente.

     
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  41. jovenilia dias machado

    tenho uma filha com dislexia estou tendo problemas com a escola em relaçoes ao ensino para com ela preciso muito saber como reagir nesse caso se existe um apoio a essas crianças . agradeço jo

     
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  42. jovenilia dias machado

    Gostaria de saber se existe alguma lei que ampara nossas crianças dislexias em relaçao a um aprendizado digno se tem maneiras de fazer provas diferenciadas socorro preciso de ajuda desespero total agradeço JO

     
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  43. diolcino

    Olá colegas disléxicos, sou professor de matemática e entendo que as dificuldades são para ser superadas de acordo com desenvolvimento do aprendizado da criança.Os pais devem identificar qual perfil de dificuldade que a criança apresenta exemplos:
    Dislexia foi dividida em 6 diagnósticos de Desordem de aprendizado distintos e mais específicos:

    Desordem na leitura de palavras;
    Desordem na fluência de leitura;
    Desordem na compreensão da leitura;
    Desordem na expressão escrita;
    Desordem no cálculo matemático;
    Desordem na resolução de problema de matemática.
    Depois fazer pesquisa de material pedagógico independente que se enquadra no perfil da criança e fazer esse trabalho continuo até que a criança consiga fazer por si mesmo esse trabalho continuo permanente na sua formação educacional e na sua vida profissional.

     
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